Noticia jornal "Cidade de Tomar"

Carnaval na Linhaceira

Empenho, objectivos e “bocas” que custam ouvir
A Linhaceira prepara o Carnaval. Na quinta-feira da passada semana, o “Cidade de Tomar” foi ouvir os obreiros da organização deste ano: António Oliveira, como coordenador, Carlos Simões, presidente da ACR de Linhaceira, Fernando Ferreira (“Americano”) e Vítor António, responsáveis pelo futebol.

Em apoio e colaboração, o presidente da Junta de Freguesia de Asseiceira, Augusto Lopes, há muitos anos ligado a estes festejos de Carnaval e actualmente mais afastado por uma questão de incompatibilidade. Agora será mais visado que protagonista. Assente num corso de Carnaval, garraiada e bailes, os festejos de Carnaval são actualmente um exemplo de parceria entre os diferentes sectores da ACR de Linhaceira, revertendo os eventuais proveitos para a própria associação, rancho folclórico e futebol. Asseguram todos que, cada vez mais, a associação funciona como um todo. O campo de jogos é agora sede de convívio e de encontro entre todos os moradores. Com base nessa afl uência, foi alargado o espaço do bar de forma a poder ser utilizado um novo compartimento de refeições. O novo espaço já serviu para alguns encontros e convívios, servindo os objectivos de servir a comunidade. Existe um projecto a médio prazo de construir um pavilhão multiusos, que sirva para espectáculos, sala de ensaios do rancho ou de actividades físicas. Acreditam que o projecto vai avançar e serve em defi nitivo o objectivo de centralizar todas as actividades neste espaço desportivo. Uma das ideias no Carnaval deste ano é proceder a uma dinamização em Tomar, na sexta-feira que antecede o fi m-de-semana dos festejos. Será uma forma de promover o corso e animar a cidade. Esperam este ano apresentar um número signifi cativo de carros alegóricos, sendo sempre difícil de saber com antecedência o número exacto, dado que são convidadas as associações da freguesia a colaborarem, além dos espontâneos que são sempre um aliciante em termos do tema que abordam ou de quantos se decidem a participar. Há sempre a garantia de uma larga centena de participantes no corso, mais uma orquestra, mais uns gaiteiros. As despesas também são signifi cativas. Os materiais são caros, nada é barato. Só mesmo o esforço e o empenho superam as difi culdades. Lamentam que tenham ainda de superar algumas “bocas” dos críticos do costume, uns tantos “especialistas em não fazerem nem quererem que se faça”. Para quem dá muito do seu tempo, do seu esforço e tantas vezes utilizado carro próprio e gastos próprios, gasolina e outras despesas, costuma muito ouvir críticas ásperas, infundadas e provocatórias. Apesar de tudo, prosseguem e esperam este ano concretizar mais uma vez um Carnaval em pleno.

Noticia do jornal “Cidade de Tomar”
http://www.cidadetomar.pt/noticia.php?id=3314

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